Açude da Ribeira do Meio – Ilha de São Jorge

A preparação da obra de mais uma captação de água para apoio aos agricultores, no Topo, em S. Jorge é uma preocupação da IROA, S.A. que responde às solicitações da Junta de Freguesia local e da Associação Agrícola de S. Jorge. O açude da Ribeira do Meio vai ser ampliado, melhorado e os seus benefícios serão diretos para a agricultura jorgense.

IROA/RS

Caminho Agrícola CS2 – Almanços, no Perímetro de Ordenamento Agrário da Feteira/Castelo Branco.

“Este é mais um contributo que damos na melhoria das condições para a agricultura e para os lavradores trabalharem, à semelhança do que tem sido feito em todas as ilhas dos Açores”, foram as palavras do Secretário Regional da Agricultura e Florestas na inauguração do Caminho Agrícola CS2 – Almanços, no Perímetro de Ordenamento Agrário da Feteira/Castelo Branco.
A infraestrutura agora inaugurada, num investimento de 165 mil euros, integra-se na estratégia de atuação da IROA S.A., que, em 2016, promoveu o desenvolvimento sustentado das zonas rurais, incentivando a modernização e diversificação da agropecuária, contribuindo para a melhoria da competitividade da produção regional e elevando a qualidade do trabalho dos agricultores da Região.

 

IROA/ES

Investimento de três milhões de euros permite eletrificação de 105 explorações leiteiras, revela Neto Viveiros

Ponta Delgada, 12-09-2016

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente revelou hoje que mais 105 explorações agrícolas dos Açores passam a beneficiar de eletricidade, num investimento público superior a três milhões de euros que corresponde à satisfação de todos os pedidos de fornecimento de energia elétrica apresentados à IROA pelos produtores, no âmbito dos seus projetos de modernização.

“São números que nos animam”, sobretudo “numa época de maiores dificuldades” para a produção de leite, afirmou Luís Neto Viveiros, à margem da visita a uma exploração leiteira em S. Miguel, ilha onde já estão concluídas 28 das 75 empreitadas iniciadas através da colaboração entre a IROA e a EDA.

O titular da pasta da Agricultura salientou o investimento feito pelo empresário agrícola Luís Barbosa na modernização da sua exploração na freguesia das Feteiras, concelho de Ponta Delgada, que contemplou a aquisição de uma sala de ordenha mecânica e de um tanque de frio, frisando que a indústria pagam mais por cada litro de leite refrigerado que é entregue em fábrica.

Neto Viveiros destacou também que, com a revisão do PROAMA, agora designado Programa de Apoio à Modernização Agrícola e Florestal – PROAMAF, os empresários agrícolas passaram a beneficiar de apoios financeiros à eletrificação no interior das explorações.

O PROAMAF, exclusivamente suportado por fundos regionais, funciona em complementaridade ao PRORURAL+ e permite aos produtores agrícolas e florestais candidatarem-se a apoios para investimentos em máquinas, equipamentos e instalação de rede elétrica de baixa tensão, através de um processo simples e célere.

“Os agricultores para fazerem a sua Instalação de Utilização de Energia Elétrica (IUEE) [baixada] têm ainda incentivos no âmbito do PROAMAF, até 3.000 euros”, frisou o Secretário Regional.

A construção e beneficiação de caminhos agrícolas e rurais, de sistemas de abastecimento de água e de fornecimento de energia às explorações visa contribuir para a competitividade da produção regional, através da redução dos custos de exploração, e também para a melhoria das condições de trabalho dos agricultores

Regime de Incentivos à Compra de Terras Agrícolas com adesão de bancos em todas as ilhas

O Governo dos Açores, através da IROA, S.A., e o BANIF assinaram hoje o protocolo de adesão desta instituição financeira ao Regime de Incentivos à Compra de Terras Agrícolas (RICTA), passando assim a existir em todas as ilhas dependências de bancos aderentes a esta linha de crédito bonificado, exclusivamente comparticipada por fundos regionais.

Este programa, único a nível nacional, foi renovado pelo Executivo regional em 2014, tendo já permitido aos agricultores açorianos, desde a sua criação, adquirir mais de 1.500 hectares de terreno agrícola, dos quais cerca de 140 hectares nos últimos meses, num montante global de investimento de cerca de 20,7 milhões de euros.

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente, em declarações à margem da assinatura do protocolo, salientou a importância da colaboração com as entidades bancárias, frisando que, desta forma, se assegura aos agricultores açorianos uma ferramenta muito relevante para redimensionar as explorações.

Luís Neto Viveiros frisou que o facto de este regime só existir nos Açores “diz bem da preocupação do Governo” no sentido de “contribuir para a maior competitividade” das explorações, considerando a sua dimensão e a dispersão das parcelas.

Além da bonificação da taxa de juro dos empréstimos contraídos para o efeito com as instituições de crédito aderentes, é também atribuída aos beneficiários uma comparticipação a fundo perdido sobre o valor da avaliação corretiva.

Podem ser beneficiários do RICTA os agricultores a título principal, mas também os arrendatários, os coproprietários e os proprietários de prédios encravados ou confinantes que pretendam adquirir ou permutar os respetivos terrenos através da bonificação da taxa de juro.

As instituições de crédito aderentes ao RICTA são a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo dos Açores, a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, o Novo Banco dos Açores e a Caixa Económica Montepio Geral, a que se junta agora o Banif.

Linha de Apoio a avarias 24 horas